7 de fev de 2012

D'eu, rio

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| margens que delimitam  |
|   mas  também definem  |
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|              eu  -  rio              |
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12 comentários:

Marcos Satoru Kawanami disse...

tua mãe não te deu limites não?
você precisa de limites, sua pivete!

rui disse...

Tem que haver limites para tudo

os limites é o díminitivo dos maximos..

quem escolhe os limites ... pode nunca chegar aos maximos..

mas os maximos tambem podem nessecitar de limites nao é

tou a ficar confuso...
bolas tenho que ter limites se nao ainda digo disparates

xau::::::
um beijo
Rui

Fabrício Franco disse...

Poetisa,

[Adentramos a poesia concreta, não é verdade?] O melhor de tudo é o conteúdo, a água de suas palavras, que mata nossa sede de poesia.

Beijo!

Poeta da Colina disse...

O melhor jeito de encarar a vida, uma boa risada.

Rafaela Gomes Figueiredo disse...

mergulhei em teu poema líquido...

beijo, amada!

Dani Lusa disse...

Simples palavras, complexas reflexões.

Perfeito.

Contradita disse...

Acredito em limites. E creio também que eles muitas vezes precisam ser ultrapassados.

Mas, não devem nunca nos delimitar.

Texto esplêndido.

Parabéns lindeza.

=)

D.J. Dicks disse...

gostei-te.

André Salviano disse...

O teu poema, quase um haikai ;) me lembrou do meu poema, que usa o mesmo campo semântico-filosófico:

DOIS RIOS

De uma margem a outra
Corrente que nos une
Do tempo-água que se faz presente
E desemboca no futuro:
Ah! mar

Não preciso rasgar seda contigo, o teu poema é foda e ponto final! =)

baci, do parzinho
@paraquenomes

Alicia disse...

Tá, se um dia o seu blog pegar fogo, a culpa é minha, que te invejo demais.
Juro que me esforço pra não invejar, mas não sou tão forte....
=/

Sério, PQP, Talita, a poetisa-mor de todas as internets do mundo.

Adolfo Payés disse...

Precioso..

Un beso amiga.
Un abrazo
Saludos fraternos de siempre..

Felicidade Clandestina disse...

que coisa linda, moça.
adorei a imagem, as palavras soltas em sintonia.

 
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