11 de ago de 2009

Do armazém


*Clique na imagem para ampliar.
**Texto republicado.

18 comentários:

Ricardo Maciel disse...

Parece que viver é estar em guerra consigo mesmo. Uma guerra mental.
A insatisfação do presente é angustiaste diante do que desejamos para o futuro. Um futuro onde mora o extraordinário desejo que só é abalado pelas incertezas.

Bem... acho que é isso...

Adoro seus textos.
Parabéns!

Julio César Carvalho disse...

Esatá aí o desafio diário da vida, sempre estar consigo mesmo, dando conta dos erros e acertos. Quem dera termos um armazém, que sonho... Mas como diz o ditado: quem não arrisca não petisca. Como saber? Já disse Caetano que "cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é..." Continuemos viajando: angustias, ansiedades, tristezas, sonhos, alegrias fazem parte do caminho. Tempus fugit!!

Lindas palavras!!
Bju!! Amo mto!!

Ricardo Maciel disse...

Talita, não há tempestade nenhuma. =)
Garanto que eu, como muitos outros que lhe conhece e frequentam esse seu espaço confiam em suas palavras. Portanto, deixamos de ser tão sós quando expressamos nossas batalhas, pois vemos que não somos exclusivos nessa guerra.
Gosto de ler o que você escreve, porque são reflexões, passadas em outras estradas, experiências de vidas distintas que me fazem refletir e tentar enxergar o que eu ainda não creio.

Hercília Fernandes disse...

Um armazém para contemplar os sonhos de cada dia vivido. Lindo!

Beijos, Talita.
H.F.

i ILÓGICO disse...

litinha, fique de olho nos outros. enquanto isto "eu comigo, aqui e agora"

beijo-te na Paz!

Ricardo Valente disse...

A gente é um armazém. Atulhado de experiências. Se foram exitosas ou não, nem interessa. O importante é vivê-las e aprender com elas. Sem pressa. Isso é vida!
Beijo!

Bill Falcão disse...

Eu também!
Bjooooo!!!

nina rizzi disse...

eu queria uma alma zen...

Renata de Aragão Lopes disse...

Que postagem linda, Talita!
E que delicioso dizer a palavra:

a-r-m-a-z-é-m

arma zen
ar mas hein (risos)

Beijo, querida!

Marjorie Bier disse...

Talita... essa imagem do armazém é tão tão tão bonita... lembra-me um pouco a Tabacaria, do Fernando Pessoa. Que lindo!

Lai Paiva disse...

Talita, gosto muito da sua escrita. Acho-a rica, densa, expressiva. Sempre muito válido ler alguém assim. Parabéns, mais uma vez!

Adriana disse...

Um armazém, que sonho imprevisível...para vender poemas? lindo Talita!

Mateus Luciano disse...

não se preocupe faça a caridade que você estara evoluíndo.

Adriana Godoy disse...

Interessante forma de pensar, Talita. Bj

sopro, vento, ventania disse...

Talita, eu às vezes fico construindo véus pra esconder sentimentos, mas às vezes solto tudo, feito cachoeira sem registro. E admiro tanto, tanto que tem coragem de se colocar, de falar dos medos sem medo.
um beijo.
Cynthia

Igor Mascarenhas disse...

Lindo isso, escrevi uma vez que os erros e acertos são como dobras de um avião de papel, cada erro e acerto é uma dobra e sem dobras o avião não tem estrutura para voar...
Mas é duro colher o dia como tu disse.Mas fazendo dos meus acertos dobras ou guardando-os no meu armazém eu posso alimentar a minha alma para colher o hoje e ter força para sorrir amanhã.
Obrigado por suas palavras, elas dão uma força enorme.

Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ Sheila Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ disse...

Talita, just perfect! Colher o dia tem sido uma das minhas mais ferrenhas batalhas. Até porque, como mera mortal, sinto a sombra do eterno medo: será que amanhã vai ter colheita? Beijocas

Follow me on twitter: http://twitter.com/sheilandrade

Rafaela Figueiredo disse...

ééé... eu vi esse lá atrás! *-*
rsrs

=*

[pergunta se eu não tenho nada para fazer! respondo: não, hj não tem estágio, por causa das eleições de onti! haha e só saio à tarde pra dar aula. \o/]

*esse teu aqui de baixo me lembrou o último dos sapos e sapas..., né? =)

 
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