
no instante mesmo
em que for colocado
o ponto que
(grafica-mente)
finaliza este poema,
ele já não mais
me pertencerá
.
se não for minha-e-tua,
a poesia não é poesia:
é quimera muda
...
A verdade de um poema não está
apenas no que a alma-poeta quer dizer:
importa - tanto quanto -
o entendimento particular da alma-leitora.
27 comentários:
Adorei *-*
perfeito, li!
a poesia é mesmo um convite: quem lê... participa.
beijobeijo
bom fds!
Deveras um dia eu mesmo já dissera: "Não adianta saber o que fazer se o bom mesmo é fazer a dois" e na poesia não é diferente. Sem dois, mesmo que distantes, ela morre. Bjs moça admirável.
[letra muda de mão para mão como átomo de oxigénio que alimenta a vida - alma que vive, não por si, mas em si!]
um imenso abraço, Talita
que de quatro se fazem dois braços
Leonardo B.
A poesia é muda
A poesia é fala
Hora cala
Hora escancara
A poesia
É sentimento
Aberto
Fechado
A poesia é infinito
Como também é finito
A poesia
É poesia
Mais nada
Bjos menina inspiradora
Sinto-me aqui.
Em tuas palavras.
Posso ficar?
Vc doa palavra, sentimento, alma e nem pede nada em troca. Quão bonito é este poema, está no meu top 5 dos seus =).
Vc é linda, principalmente quando se mostra assim.
Beijos.
concordo contigo,mas vô ainda mais além,acho q o legal de algumas poesias é permitir que as "almas leitoras" voem dentro do significado real das palavras nelas postas,mas enfim,bela poesia.
abraço !
Também compartilho dessas sensações e ideias, Talita.
Belo o seu poema-metalinguístico.
Beijos :)
H.F.
Talita, que seja nossa a poesia, sempre. Bjs querida.
Nossa; muito bonito. Ainda mais agora, depois de rever um filme que tem tudo a ver com a poesia que é feita por duas pessoas - nada de quimera muda. Poesia...
as vezes, deixa calar...
beijocas!
Talita, que eu posso falar? você é GRANDE! um beijo (do tamanho de seu talento e humanidade).
BJS.
Cynthia
Assim as palavras. Depois de ditas, ninguém pode retê-las. Ganham vida e seguem...
Beijos, Talita! Feliz Natal!!!
A Criatura depois de solta pertence ao mundo e só o mundo pode para-la com suas fronteiras.
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Feliz Natal!
Verdade, amiga!
A poesia,
quando concluída,
pertence ao mundo.
E cada um
a interpreta
à sua maneira.
Eis a magia... : )
Abração pra você!
A verdade é que um poema só passa a existir depois de lido.
Um beijo, Tá... difícil a gente se esbarrar no msn, hein!?
Feliz Nataaaallll!!!
Texto perfeito.
Aproveito pra te desejar o melhor natal de todos pra te preparar para um novo ano de cinema (o gênero fica por sua escolha).
Bjus.
Que teu Natal seja repleto de luz... daquela que acendemos por dentro e que a tudo irradia em forma de sentimentos.
Beijos...
AL
Tem razão, Talita.
A arte só existe in actu.
Sem o leitor, a poesia é letra morta.
E lhe desejo um feliz Natal, com as alegrias da encarnação de Cristo entre os homens.
O amor de Deus nos dá todos os motivos para sermos felizes.
Um beijo.
Talita
No dialogo que se estabelece, perpectua a palavra, que transformada se faz nossa. Constructo de sentires e vivências assim é a poesia, do poeta que a escreve e daquele que a interioriza.
Um beijinho
Muito bonito, Talita!
Concordo plenamente.
E que seja nosso este poema!
Grande abraço!
Talita,
É nossa!
;)
Beijos,
Marcelo.
Poesia é libertação...
Tay, que bom!
*
rafa-lóri: só é convite! rs
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Rodolfo, adorei esse a dois! rs
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Leonardo, que legal! Outros abraços.
*
Franzé, poesia infinita: gostei!
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Tiago, fica! Honra!
*
Lara, que top, teu comentário!
*
Ticoético, que as almas, todas, voem!
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Hercília, que feliz por ter vindo.
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Lai: nossa, sempre!
*
Pedro, eba! poesia!
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re, bonita!
*
Cy, e você! Nem cabe!
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Nydia, palavras voadoras, amém.
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Lisa, é verdade.
*
Re, a poesia só é concluída dentro de cada um, né.
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Mar, só depois, mesmo.
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Emerson, obrigada! Cinema? Eba! rs
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Albino, salve!, essa luz! Quero mesmo dela! Pra ti tb!
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José Carlos, e o que os poetas quererem é letra viva, não é?! Obrigada, poeta!
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Maria João, é isso!
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Marina, que seja! :)
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Marcelo, que bom que é nossa! :D
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Henrique, se é...
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OBRIGADA A TODOS POR VIREM!
Bjo e paz. :)
em, descobri esse teu outro blog, e, poxa, muitos sentimentos foram remexidos, mesmo. Gostei especialmente deste, pq tenho pensado muito nessa história de propriedade autoral. Se um dia eu escrever sobre isso, citarei seu poema, que simplifica, de modo magistral, o que penso.
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